acessibilidade
Menu de Acessibilidade
Acessibilidade
Alto Contraste

Ativa o contraste alto para melhor visualização.

Fonte para Dislexia

Ativa uma fonte especial para facilitar a leitura.

Aumentar Fonte

Aumenta o tamanho da fonte dos textos.

Diminuir Fonte

Reduz o tamanho da fonte dos textos.


Atalhos Rápidos

Navegue rapidamente com o teclado ou clique.


Menu Cookies
Preferências de Cookies

Cookies são pequenos arquivos de dados armazenados no seu computador ou dispositivo móvel quando você acessa nossos serviços. Eles são utilizados para melhorar sua experiência de navegação, permitindo, por exemplo, a personalização de conteúdo, a memorização de preferências e a otimização do desempenho do site. Além disso, os cookies contribuem para o funcionamento adequado de funcionalidades essenciais e facilitam a navegação entre as páginas.

GERENCIAR PREFERÊNCIAS DE CONSENTIMENTO

Após se reunir com integrantes da Comissão Especial da Reforma Política nessa quarta-feira, 3, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Gilmar Mendes, falou das mudanças pretendidas com a reforma política e como elas poderão ser benéficas ao país.

Em entrevista para a imprensa nacional, ele disse que a medida poderá melhorar o sistema político brasileiro e fortalecer a democracia. “Os ministros da corte estão impressionados com tudo o que se levanta e se fala sobre os desvios do sistema, e nós não temos outra alternativa que não seja insistir em uma reforma para superar esse modelo ainda em 2018”, pontuou Gilmar.

O ministro reforçou que a corrupção na esfera política leva à corrupção do modelo democrático e causa o afastamento das pessoas, de modo a comprometer o patrimônio brasileiro. Em sua visão, “o mais longo período de normalidade democrática institucional na vida republicana”.

Ao todo, 30 parlamentares de diversas legendas compareceram à reunião, realizada no gabinete da presidência do Tribunal. Também participaram os ministros da corte Herman Benjamin, Admar Gonzaga e Alexandre de Moraes.

Lista pré-ordenada

Uma das propostas da Comissão da Reforma Política é adotar, já para as eleições de 2018, o modelo de lista pré-ordenada. O ministro Gilmar Mendes ressaltou que cabe ao Congresso Nacional discutir e definir o modelo de sistema eleitoral a ser adotado, pois o sistema atual tem mostrado maus resultados.

Membros da Comissão explicam que o modelo de lista pré-ordenada está diretamente ligado ao financiamento de campanha. Isso porque, com a proibição do financiamento por empresas, é impossível financiar todas as campanhas com fundos públicos ou apenas com contribuição de Pessoas Físicas (PF).

Modelo ilusório

Por outro lado, alguns parlamentares rejeitam o modelo de lista pré-ordenada como forma de esconder os candidatos corruptos. Eles sustentam que na medida em que um político passa a ser um peso morto, ele passa a ser um desestímulo para que a lista seja votada e, desse modo, a lista passa a ser contaminada.

Consequentemente, a qualidade da lista vai ser atrativa ou terá manifestação de repúdio, pois a lista é pré-ordenada, mas não é secreta. Ela passará pelo julgamento do eleitor. Além disso, se o candidato for avaliado negativamente pelo eleitor, ele irá para o final da lista e, provavelmente, não se elegerá porque não deverá conseguir o quociente adequado.

Com informações do TSE

Ouvir:00:00

ANEXOS:

Não Possui Anexos

GALERIA DE FOTOS