acessibilidade
Menu de Acessibilidade
Acessibilidade
Alto Contraste

Ativa o contraste alto para melhor visualização.

Fonte para Dislexia

Ativa uma fonte especial para facilitar a leitura.

Aumentar Fonte

Aumenta o tamanho da fonte dos textos.

Diminuir Fonte

Reduz o tamanho da fonte dos textos.


Atalhos Rápidos

Navegue rapidamente com o teclado ou clique.


Menu Cookies
Preferências de Cookies

Cookies são pequenos arquivos de dados armazenados no seu computador ou dispositivo móvel quando você acessa nossos serviços. Eles são utilizados para melhorar sua experiência de navegação, permitindo, por exemplo, a personalização de conteúdo, a memorização de preferências e a otimização do desempenho do site. Além disso, os cookies contribuem para o funcionamento adequado de funcionalidades essenciais e facilitam a navegação entre as páginas.

GERENCIAR PREFERÊNCIAS DE CONSENTIMENTO

A Associação das Câmaras Municipais da Microrregião Doze (Acamdoze) aprovou requerimento apresentado pela Câmara Municipal de Engenheiro Beltrão que requer à Comunidade dos Municípios da Região de Campo Mourão (Comcam), a realização de estudos no sentido de se criar um consórcio intermunicipal para viabilizar o tratamento para dependentes químicos.

O autor do requerimento, vereador Valdir Hermes da Silva (PSDB), mais conhecido como Valdir Americano assegurou que a criação do consórcio será a solução para o tratamento de dependentes químicos da região da Comcam. Silva é policial militar aposentado e há mais de 17 anos trabalha com a causa. “O consórcio entre os municípios custeará optativamente uma comunidade terapêutica própria construída e custeada por recursos municipais, estaduais e federais, na medida das políticas públicas que forem adotadas ou ainda uma instituição terapêutica já existente, a fim de que ofereça vagas de acordo com a proporção do custeio oferecido pelo consórcio”, justificou o vereador no requerimento.

Segundo Silva, os tratamentos para dependentes químicos custam caros -  em média R$ 1,8 a R$ 2 mil mensalmente -, e não são custeados pelo SUS (Sistema Único de Saúde). “Você não tem nenhuma comunidade que acolha o paciente gratuitamente. Até pode conseguir, mas só quando a pessoa já está em um estado avançado ou quase morta”, lamentou o parlamentar. “A preocupação é ter um local para internar estas pessoas sempre que elas aceitam a ajuda”, emendou.

O vereador falou que a criação do consórcio vai possibilitar o internamento dos pacientes pelos municípios. “Aí ficaria mais fácil para trabalharmos nesta causa já que a maioria das famílias não tem dinheiro para bancar o tratamento”, disse. Silva comentou que o número de dependentes químicos é crescente na região, principalmente se for levado em conta o alcoolismo. “Aí você coloca os adolescentes que também tem este problema, que podemos chamar, na maioria dos casos de dependentes cruzado, que são aqueles que usam álcool, maconha cocaína, ou crack. E esta situação já está avançando para a 3ª idade. Ou seja, é um problema muito grave”, alertou.

O vereador ressaltou que a criação do consórcio vai ajudar principalmente as pessoas que não têm condições de pagar o tratamento. Ele lembrou que nos locais onde o tratamento é feito existem as chamadas vagas sociais, mas neste caso o paciente tem que esperar na fila. “Não há como esperar na fila para este tratamento, você tem que ter a vaga na hora que o paciente aceita a internação porque ele pode mudar de ideia. E neste caso, o tratamento compulsório não funciona”, explicou.

Ele acrescentou ainda que com a implantação do consórcio o paciente não precisará esperar em filas Já que os municípios teriam direito a uma quantidade de vagas.  O vereador frisou que a demanda seria sempre atendida, uma vez que não é muito alta a procura por vagas, já que a internação depende exclusivamente da decisão do próprio paciente.

Assessoria Acamdoze

Ouvir:00:00

ANEXOS:

Não Possui Anexos

GALERIA DE FOTOS